Geral

Hospital de campanha no Rio de Janeiro conta com tecnologia ECTAS para o tratamento do efluente


Estação terá capacidade para receber e tratar a vazão de até 65 m³/dia, provenientes dos 200 leitos do hospital modular.

Hospital de campanha no Rio de Janeiro conta com tecnologia ECTAS para o tratamento do efluenteA ECTAS, empresa especializada em saneamento, é a fornecedora da solução para o tratamento do esgoto do hospital de campanha para pacientes infectados pela Covid-19, que está em fase final de construção em Manguinhos, Rio de Janeiro. O empreendimento contará com uma ETE de alto desempenho pronta para operar, uma vez que sairá da fábrica pré-montada, proporcionando rápida instalação e atendendo a urgência da ação. Os equipamentos estarão em funcionamento em até três dias após a sua chegada ao hospital. A previsão é que tudo esteja funcionando em 30 de abril, conforme expectativa da direção da ECTAS. A partir de então, o centro hospitalar tratará todo efluente gerado em sua unidade.

A contratação para os trabalhos se deu em caráter emergencial. Com isso, toda a solução para o tratamento eficiente do esgoto do hospital será entregue em prazo recorde de 23 dias. O sistema inclui projeto; estação elevatória de esgoto; estação de tratamento de esgoto (sistema de tratamento preliminar / sistema de tratamento biológico MBBR/IFAS / sistema de desinfecção e dosagem de químicos); fornecimento de tanques especiais em PRFV (plástico reforçado com fibra de vidro) ultrarreforçados; e equipamentos automatizados para diminuir a incidência de mão de obra.

A solução ECTAS feita para o centro hospitalar conta com um sistema tipo monobloco (todas as fases de tratamento em um único bloco compacto), com capacidade para receber e tratar a vazão de até 65 m³/dia, provenientes dos 200 leitos do hospital modular. Como complemento, a solução dispõe de dosagem de químicos (alcalinizante + antiespumante) e sistema de desinfecção.

Optou-se pela tecnologia de tratamento MBBR, um aprimoramento da tecnologia lodos ativados, onde se inserem meios suportes de alta área superficial (mídias/ECTAS) dentro do reator biológico, resultando num sistema eficiente, com menor área de instalação, menor consumo de energia e simplicidade operacional e de instalação.

O meio suporte (mídias/ECTAS) é construído com material inerte e possui elevada área interna, propiciando o estabelecimento das bactérias e formação do biofilme. Este último fornece um substrato mais estável para as bactérias se desenvolverem, requerendo assim menor espaço quando comparado com outros sistemas biológicos e muito menos controles.