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Empresários podem enviar sugestões para contribuir com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos


A Firjan participa do processo de consulta pública do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares). A pauta foi tema da reunião do Conselho Empresarial de Meio Ambiente nesta terça-feira (1º/9) e contou com a participação de André França, secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, e de Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe). O objetivo do encontro foi apresentar a proposta do plano e tirar dúvidas sobre o documento que vai traçar as estratégias para a gestão dos resíduos no Brasil nos próximos 20 anos. Empresários interessados podem participar individualmente pelo site da Consulta Pública até 30/9 ou enviar suas sugestões por e-mail até o dia 16/9 para contribuir com o posicionamento da Firjan. Isaac Plachta, presidente do Consellho, considera que o trabalho executado até agora pelo Ministério corresponde às expectativas da federação. “O plano apresenta uma profundidade técnica e precisa ser conhecido pela população. Não tem achismos, mas dados que contemplam esse importante encaminhamento para o setor industrial que, ao mesmo tempo que gera e também processa resíduos.” Na oportunidade, França salientou os oito eixos do plano: diagnóstico dos resíduos sólidos no Brasil; cenários; metas; diretrizes e estratégias; programas e ações; normas e condicionantes para acesso a recursos da União; normas e diretrizes para a disposição final de rejeitos; e meios de controle e fiscalização. “Nosso grande objetivo é trabalhar para fazer com que o resíduo deixe de ser visto como lixo e vire matéria prima. E ainda, que, ao mesmo tempo, se promova a sustentabilidade financeira para a sua gestão pelos municípios”, disse. Dentre as principais metas citadas no documento, o secretário destacou a redução de quantidade de resíduos descartados de forma incorreta, o aumento na capacidade de gestão dos municípios, emancipação de catadores de recicláveis e o aumento do aproveitamento energético. Carlos Silva Filho também aproveitou para reforçar a importância de protagonizar, nos municípios processos como a reciclagem, compostagem, coprocessamento, entre outras destinações com maior aproveitamento do valor do resíduo. “Nos últimos dois anos, o Brasil passou de 70 para 40% no quesito descarte incorreto de resíduos, mas é preciso trabalhar para diminuir ainda mais esse índice”, complementou. A Firjan já iniciou a avaliação do conteúdo e consolidará junto ao Conselho Empresarial de Meio Ambiente as contribuições institucionais ao Governo Federal. Mais detalhes sobre o Planares e a consulta pública podem ser obtidos aqui.
Foto: Vinícius Magalhães

A Firjan participa do processo de consulta pública do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Planares). A pauta foi tema da reunião do Conselho Empresarial de Meio Ambiente nesta terça-feira (1º/9) e contou com a participação de André França, secretário de Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente, e de Carlos Silva Filho, diretor-presidente da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe).

O objetivo do encontro foi apresentar a proposta do plano e tirar dúvidas sobre o documento que vai traçar as estratégias para a gestão dos resíduos no Brasil nos próximos 20 anos.  Empresários interessados podem participar individualmente pelo site da Consulta Pública até 30/9 ou enviar suas sugestões por e-mail até o dia 16/9 para contribuir com o posicionamento da Firjan.

Isaac Plachta, presidente do Consellho, considera que o trabalho executado até agora pelo Ministério corresponde às expectativas da federação. “O plano apresenta uma profundidade técnica e precisa ser conhecido pela população. Não tem achismos, mas dados que contemplam esse importante encaminhamento para o setor industrial que, ao mesmo tempo que gera e também processa resíduos.”

Na oportunidade, França salientou os oito eixos do plano: diagnóstico dos resíduos sólidos no Brasil; cenários; metas; diretrizes e estratégias; programas e ações; normas e condicionantes para acesso a recursos da União; normas e diretrizes para a disposição final de rejeitos; e meios de controle e fiscalização. “Nosso grande objetivo é trabalhar para fazer com que o resíduo deixe de ser visto como lixo e vire matéria prima. E ainda, que, ao mesmo tempo, se promova a sustentabilidade financeira para a sua gestão pelos municípios”, disse.

Dentre as principais metas citadas no documento, o secretário destacou a redução de quantidade de resíduos descartados de forma incorreta, o aumento na capacidade de gestão dos municípios, emancipação de catadores de recicláveis e o aumento do aproveitamento energético.

Carlos Silva Filho também aproveitou para reforçar a importância de protagonizar, nos municípios processos como a reciclagem, compostagem, coprocessamento, entre outras destinações com maior aproveitamento do valor do resíduo. “Nos últimos dois anos, o Brasil passou de 70 para 40% no quesito descarte incorreto de resíduos, mas é preciso trabalhar para diminuir ainda mais esse índice”, complementou.

Firjan já iniciou a avaliação do conteúdo e consolidará junto ao Conselho Empresarial de Meio Ambiente as contribuições institucionais ao Governo Federal. Mais detalhes sobre o Planares e a consulta pública podem ser obtidos aqui.

Fonte: www.firjan.com.br
Foto: Vinícius Magalhães