Eficiência Energética

CUSTO DA CONSTRUÇÃO EM OUTUBRO TEM ALTA DE 0,33%, E CONFIANÇA NO SETOR TEM QUEDA DE 4,3%


Variação do INCC-M, porém, foi menor que a de setembro

O Índice Nacional de Custo da Construção do Mercado (INCC-M) teve variação de 0,33% em outubro. Apesar da alta, houve recuo em relação à variação de setembro, de 0,43%, divulgou a Fundação Getulio Vargas. No acumulado do ano, a taxa é de 7,53% e, nos últimos 12 meses, de 8,08%. Das sete capitais pesquisadas, todas tiveram desaceleração, sendo que o Rio também registrou 0,33%. Em setembro, a variação na cidade havia sido de 0,52%.

O grupo Materiais, Equipamentos e Serviços também teve queda, de 0,91%, no mês passado, para 0,68% este mês. No ano, o grupo acumula 5,77% e, em 12 meses, 6,28%. No subgrupo Materiais e Equipamentos, a variação passou de 1,14% para 0,82% e Serviços, de 0,04% para 0,17%.

O índice do grupo Mão de Obra permanece sem variação pelo segundo mês seguido. No ano, entretanto, registra variação de 9,20% e, nos últimos 12 meses, 9,79%. O INCC-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

Confiança na construção:

Já o Índice de Confiança da Construção (ICST), segundo a FGV, teve queda de 4,3% no trimestre que acaba em outubro, na comparação com o mesmo período do ano anterior. A queda, porém, foi menor que a registrada em setembro, de 4,6%, e em agosto, de 4,7%.

O Índice da Situação Atual (ISA-CST), que em setembro tinha registrado queda de 6,7%, em outubro, caiu 6,9%, e a variação interanual trimestral do Índice de Expectativas (IE-CST) passou de -2,8% para -1,9%. Segundo a FGV, o resultado geral reflete as expectativas de melhora do ambiente de negócios no setor ao longo do quarto trimestre de 2013.

Foram pesquisadas 703 empresas, de 11 segmentos, dos quais 7 apresentaram melhora na comparação trimestral anual. Em relação à Situação Atual dos Negócios, em setembro, 24,6% dos pesquisados avaliaram como boa e 17,3% como ruim. Em outubro, aumentou para 26,5% os que acham boa, e caiu para 17% os que acham ruim.


Fonte -Fonte: O Globo