COMEÇA PRINCIPAL ETAPA DE ESGOTAMENTO SANITÁRIO DO EIXO OLÍMPICO


O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, e o presidente da Cedae, Wagner Victer, iniciaram nesta quarta-feira a etapa principal das obras de esgotamento sanitário do Eixo Olímpico, na Barra da Tijuca.

Durante a vistoria ao canteiro de obras, será iniciada a etapa conhecida como jet grouting, em que uma grande perfuratriz abre um túnel, fazendo simultaneamente a concretagem das paredes e teto.
Orçadas em R$ 70 milhões e com 40% dos trabalhos já concluídos, as obras serão executadas por meio de método não destrutivo, permitindo o assentamento de tubulações sob o Arroio Pavuna e sob a Avenida Abelardo Bueno, sem grandes transtornos para moradores e frequentadores da região.

As novas tubulações ligarão a rede de esgotos da região à nova elevatória Olímpica, na Rua Imperatriz Leopoldina, que terá capacidade para bombear até 1.100 litros de esgotos por segundo para a ETE Barra.

“O saneamento da Barra e Jacarepaguá, antes de um compromisso olímpico, é compromisso com o ambiente e a qualidade de vida na região. Com recursos do Fecam e execução e planejamento da Cedae, em seis anos, o tratamento de esgoto de toda a bacia do sistema lagunar passou de zero por centro para 60%, com a construção de estação de tratamento de esgoto, emissário de cinco quilômetros e 18 elevatórias, além de centenas de quilômetros de rede. As obras que iremos vistoriar representam a peça mais estratégica do que falta executar e o ponto nevrálgico do saneamento nas áreas em que ocorrerão as competições olímpicas. Já temos os recursos e projetos para concluirmos todo o saneamento até final de 2015”, afirmou o secretário Carlos Minc.

“Esta é mais uma obra que contribuirá para a melhoria das condições do sistema lagunar da Barra da Tijuca, atendendo aos moradores e aos compromissos firmados com o Comitê Olímpico Internacional (COI). É uma obra projetada para o crescimento futuro da região, para atender à demanda nos próximos 20 anos”, diz o presidente da Cedae, Wagner Victer.


Fonte -Fonte: Inea