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Com 1,4 milhão de barris/dia, Brasil atinge recorde de exportação de petróleo em 2020, diz Bento Albuquerque


O Brasil registrou em 2020 um recorde de exportação de petróleo, disse o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque. Segundo ele, as vendas da commodity para o exterior somaram, em média, 1,4 milhão de barris/dia no ano passado.

Brasil atinge recorde de exportação de petróleo em 2020

Bento afirmou ainda que, em maio, as exportações chegaram a atingir um patamar de 1,9 milhão de barris/dia.

Em discurso durante a cerimônia de posse do novo diretor-geral da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Rodolfo Saboia, o ministro destacou os recordes registrados pela Petrobras na produção de óleo e gás em 2020.

A estatal anunciou na quinta-feira (7) que a nova marca histórica, de 2,84 milhões de barris diários de óleo equivalente (BO/dia), superou o recorde anterior, de 2015, de 2,79 milhões de BOE/dia. A companhia também informou que atingiu recorde na produção de petróleo, isoladamente. A empresa produziu, no ano passado, 2,28 milhões de barris/dia, ante os 2,23 milhões de barris/dia apurados em 2015.

O pré-sal respondeu por 66% do volume produzido pela empresa em 2020. Ao todo, a companhia produziu, em média, 1,86 milhão de BOE/dia na região no ano passado. Em 2015, para efeitos de comparação, esse percentual era de 24%.

Os volumes produzidos em 2020 superaram em 5% as metas originalmente previstas, para o ano, e em linha com a meta revisada em outubro.

A Petrobras atribuiu o resultado acima do incialmente esperado à quatro fatores: a produção acima da capacidade nominal de processamento no campo de Búzios, fruto da maior disponibilidade temporária de geração de energia e compressão de gás nas plataformas desse campo; o menor número de intervenções para combate à corrosão por CO2 nos dutos submarinos de injeção de gás, em função do desenvolvimento de novas ferramentas e tecnologias de inspeção; o menor declínio de produção observado nos campos de Tupi (ex-Lula) e Sapinhoá, em função de melhor desempenho dos reservatórios; e a maior eficiência de produção e otimização de paradas de produção nas plataformas, apesar do cenário de restrições operacionais decorrente dos impactos provocados pela pandemia da covid-19.

 

 

Fonte: tnpetroleo.com.br