A proposta que tramita em Brasília sugerindo a ampliação do prazo da licença-maternidade para seis meses, com possibilidade de dedução das despesas no imposto de renda, é vista com certa cautela por parte do empresariado.
Apesar de ter pontos positivos, a licença ampliada pode deixar mulheres inseguras com relação a sua inserção no mercado de trabalho, após seis meses longe das atividades. A proposta também somaria novos custos às empresas, devido à substituição da funcionária. Esta é a opinião da Confederação Nacional da Indústria. Leia a notícia na íntegra.