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IGP-M da FGV fica em 0,16% na 1ª prévia de fevereiro, ante 0,75% na 1ª de janeiro

Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) subiu 0,16% na primeira prévia de fevereiro, após ter aumentado 0,75% na primeira prévia de janeiro. A informação foi divulgada na manhã desta quinta-feira, 8, pela Fundação Getulio Vargas (FGV). Com o resultado, o índice acumulou alta de 0,91% no ano, mas uma redução de 0,34% em 12 meses.

A FGV informou ainda os resultados dos três indicadores que compõem a primeira prévia do IGP-M de fevereiro. O IPA-M, que representa os preços no atacado, aumentou 0,05% em fevereiro, ante um avanço de 1,03% na primeira prévia de janeiro. O IPC-M, que corresponde à inflação no varejo, apresentou elevação de 0,40% na prévia de fevereiro, depois de uma alta de 0,30% em igual leitura de janeiro. Já o INCC-M, que mensura o custo da construção, teve alta de 0,25% na primeira prévia de fevereiro, depois do aumento de 0,14% na primeira prévia de janeiro.

O IGP-M é usado para reajuste de contratos de aluguel. O período de coleta de preços para cálculo do índice foi de 21 a 31 de janeiro. No dado fechado do mês de janeiro, o IGP-M subiu 0,76%.

Os aumentos nos custos com educação e transportes aceleraram a inflação ao consumidor na primeira prévia de fevereiro do IGP-M.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) apresentou elevação de 0,40% no primeiro decêndio de fevereiro ante um aumento de 0,30% na mesma leitura de janeiro. Cinco das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais altas, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação, que passou de uma queda de 0,56% na primeira prévia de janeiro para avanço de 1,42% na primeira prévia de fevereiro.

Houve impacto do item cursos formais, que passou de estabilidade de preços (0,00%) para alta de 2,13% no período.

Os demais acréscimos ocorreram em Transportes (de 0,66% para 1,02%), Vestuário (de -0,60% para 0,53%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,35% para 0,61%) e Despesas Diversas (de 0,17% para 0,23%). Os itens de maior contribuição foram tarifa de ônibus urbano (de -0,56% para 0,36%), roupas (de -0,72% para 0,54%), salão de beleza (de 0,33% para 1,04%) e cartório (de 0,00% para 1,83%), respectivamente.

Na direção oposta, as taxas ficaram mais baixas nos grupos Habitação (de 0,39% para -0,18%), Alimentação (de 0,44% para 0,18%) e Comunicação (de 0,30% para 0,06%), sob influência de itens como tarifa de eletricidade residencial (de 1,95% para -2,33%), carnes bovinas (de 0,17% para -0,88%) e pacotes de telefonia fixa e internet (de 1,04% para 0,00%).